09 novembro 2016

MARANHÃO GOVERNABILIDADE: SONHO ANTIGO DE LUIS FERNANDO SILVA, TEM INICIO PROCESSO DE METROPOLIZAÇÃO DA ILHA

Prefeito ribamarense foi pioneiro na concepção de projeto de Metropolização para a Grande Ilha ainda em 2004.

O encontro ocorrido nessa segunda-feira (07) entre o governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB) e os prefeitos eleitos Talita Laci(PCdoB), Edivaldo Holanda Jr(PDT), Domingos Dutra(PCdoB) e Luis Fernando Silva(PSDB) trouxe à baila e revitalizou um sonho antigo pensado ainda em 2004 pelo gestor ribamarense. Luis Fernando foi pioneiro na discussão que naquele ano começa a despontar como um dos pontos fortes da Gestão pública a ser implementada sob a premissa da acertada governabilidade na grande Ilha de São Luís.



Ocupando uma posição relevante no debate que essa semana se inscreveu no bojo das prioridades do Governo estadual e dos municipais em questão, a Metropolização passa agora do plano cognitivo para uma dimensão concreta, pragmática. Na prática, interessa ao Executivo maranhense fortalecer de forma estratégica, integrando as quatro cidades (São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar), uma região que tanto politica quanto socialmente sempre se manteve aquém de suas próprias potencialidades. Ainda que os municípios sejam autônomos entre si, os valores que os integram são semelhantes em quase todos os aspectos, reservadas as devidas peculiaridades.




O prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando: primeiro a pensar a Metropolização para a Grande Ilha, ele lançou as bases do projeto ainda em 2004.


Segunda maior cidade da Ilha, São José de Ribamar tem um lugar histórico e de destaque no novo panorama a ser vislumbrado a partir de agora. Como já havia noticiado em primeira mão a Agência Baluarte, a reuniãodos prefeitos com o governador representou não apenas o introito para as medidas de desenvolvimento que em breve serão implementadas de forma direcionada em prol das quatro cidades. Mais que isso: pretende ser, como já é, o anúncio de um novo tempo para o fortalecimento da economia local e regaste da autoestima dos habitantes da região. Durante a reunião Luis Fernando Silva frisou que “Felizmente, agora, a bandeira está sendo empunhada por todos os companheiros prefeitos e pelo governador’’.



Em tom de comemoração, a demonstração de alegria do prefeito ribamarense revelou que de fato Luis Fernando pensa a Grande Ilha sob uma perspectiva macro e contempladora das populações. Mas ele também deixou claro que sabe onde está situado e por quem deve elevar e pontuar suas ações na conjuntura que se inaugura. Para quem sugeriu as primeiras bases para um sonho que não só dele, mas de todos, o prefeito de São José de Ribamar manteve a humildade que lhe vem sendo inerente na condução da administração pública ao longo dos anos.


com informações de Fernando Atallaia

Um comentário:

  1. 2017: a todos do blog, que fiquem atentos à picaretagem em 2017 & que vossas mentes permaneçam rápidas perante ao ilusionismo do PT.

    Um sublime 2017!

    Viva 2016!

    Em 2016 houve fato fabuloso sim, apesar de Vanessa Grazziotin falar que não, dessa forma equivocada assim:
    “O ano de 2016 é, sem dúvida, daqueles que dificilmente será esquecido. Ficará marcado na história pelos acontecimentos negativos ocorridos no Brasil e no mundo. Esse é o sentimento das pessoas”, diz Grazziotin.

    Mas, por outro lado, nem que seja apenas 1 fato positivo houve sim! É claro! Mesmo que seja, somente e só, um ato notável, de êxito. Extraordinário. Onde a sociedade se mostrou. Divino. Que ficará na história para sempre, para o início de um horizonte progressista do Brasil, na vida cultural, na artística, na esfera política, e na econômica.

    Que jamais será esquecido tal nascer dos anos a partir de 2016, apontando para frente. Ano em orientação à alta-cultura. Acontecimento esse verdadeiramente um marco histórico prodigioso. Tal ação acorrida em 2016 ocasionou o triunfo sobre a incompetência. Incrementando sim o Brasil em direção a modernidade, a reformas e mudanças positivas e progressistas. Enfim: admirável.

    Qual foi, afinal, essa ação sui-generis?
    Tal fato luminoso foi o:

    — «Tchau querida!»*

    [ (*) a «Coração Valente©» do João Santana; criada, estimulada e consumida. Uma espécie de Danoninho© ‘vale por um bifinho’. ATENÇÃO: eu disse Jo-ã-o SAN-TA-NA].

    Eis aí um momento progressista, no ano de 2016. Sem PeTê. Sem baranguice. Sem política kitsch.

    A volta de decoro ao Brasil.

    Feliz 2017 a todos.

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