Prefeitura realiza neste sábado Dia D de vacinação anti-rábica


Doses da vacina estarão sendo oferecidas gratuitamente durante todo o dia em dezenas de postos instalados no município de São José de Ribamar.     
      
     
 
A Prefeitura de São José de Ribamar, através da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS), realiza neste sábado (05) o Dia D de vacinação anti-rábica animal. A ação faz parte da segunda etapa da campanha municipal de vacinação contra a doença, cujos trabalhos terão prosseguimento ao longo deste mês.

Durante todo o dia, das 8h às 17h, doses da vacina, destinadas somente para cães e gatos, estarão sendo oferecidas gratuitamente em mais de 60 postos instalados em todas as regiões da cidade. Os locais de vacinação podem ser conferidos no seguinte link http://www.saojosederibamar.ma.gov.br/noticia/prefeitura-realiza-neste-sabado-dia-d-de-vacinacao-antirabica
A raiva é uma doença causada pelo vírus rábico, transmitido ao homem pelo contato com animais doentes, através de mordedura, arranhadura e lambedura.
A vacinação é a única forma de prevenir que o animal venha desenvolver a raiva e transmiti-la ao homem. A raiva é uma doença fatal ao ser humano. É importante que a população ribamarense saiba que deve evitar deixar seu animal solto nas ruas e que, em caso de mordida de cachorro ou gato, procurar imediatamente uma Unidade de Saúde mais próxima, onde será avaliado, orientado, e de acordo com o caso, vacinado ou não.
Existem três tipos de raiva: a raiva furiosa começa com um período inicial chamado "melancólico", que dura de algumas horas até 3 dias. Neste período o que chama a atenção é a mudança na conduta do cão, que tem seus hábitos totalmente alterados.
Os principais indícios são: o cão tenta esconder-se sob os móveis (ou atrás deles), procura lugares escuros e atende raramente aos chamados do dono. Tem muita atividade (não pára quieto em lugar nenhum), escava o solo com intensidade, late ou morde o ar sem motivo aparente. Muitos cães passam a lamber ou morder o lugar da mordida. Recusam alimentos mas procuram ingerir suas próprias fezes. Nesta fase, procuram água com freqüência mas não conseguem bebê-la além de salivar muito. Após este período vem uma fase de extrema excitação com ampliação dos sintomas anteriores mas com grande violência/fúria. Costumam fugir da casa e geralmente não retornam ao lar, atacando outros cães no caminho. Segue-se a esta fase as paralisias da laringe, faringe e a salivação é abundante. No terceiro ou quarto dia da doença o cão entra no estágio paralítico, seguido da morte do animal em no máximo 48 horas.
A raiva muda é o segundo tipo de raiva que pode atacar os cães e todos os sintomas iniciais da raiva furiosa são mantidos no seu período melancólico. O cão apresenta-se muito sonolento como se estivesse intoxicado. Ao contrário da Raiva Furiosa, não vagueia nem apresenta excitação, podendo mesmo estar calmo "além da conta". Em seguida o cão começa a apresentar as primeiras paralisias, especialmente no maxilar (queixo caído), mantendo a boca aberta constantemente. Os sintomas agravam-se até levar à morte do cão.
Já a raiva intestinal o cão apresenta vômitos, cólicas e gastroenterite hemorrágica e apesar de não apresentar sinais de agressividade nem paralisia, morre em 2/3 dias. É o tipo mais raro de raiva.
No homem, a raiva apresenta basicamente os mesmos sintomas que os animais, sendo que os mais importantes são a aerofagia (sensação de falta de ar ou "estrangulamento", causada pelos espasmos da faringe) e a hidrofobia (horror à água), além de sensação de angústia, insônias e hipersensibilidade.

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