Justiça Eleitoral investiga se houve compra de votos em Bacabeira











O pedido para investigação foi protocolado às 14h10, do dia 17 de dezembro


A Justiça Eleitoral vai investigar denúncias de compra de votos em Bacabeira. O pedido para investigação foi protocolado às 14h10, do dia 17 de dezembro de 2012, pela coligação “Bacabeira União de Todos Nós”, que teve como candidato a prefeito, José Reinaldo Calvet, substituído na disputa por sua esposa, Olga Calvet (PV).
Por meio do processo de número 858-72.2012, a coligação acusa o prefeito Alan Linhares (PTB), seu vice José Benedito, o Arrumadinho (PSDB), e os vereadores Dino Petronilo (PPS), Luis Vilaça (PP) e Romualdo (PTB) de cometerem atos de abuso de poder econômico, prática de captação ilícita de sufrágio e uso indevido da máquina pública em suas campanhas eleitorais. 
No dia 1º de julho de 2012, o BLOG DO JORNALISTA UDES FILHO teve acesso a um bilhete em papel timbrado, com uma ordem inusitada dada pelo secretário Municipal de Finanças, Werbeth Pinheiro, dando a idéia precisa da corrupção deslavada que impera no município de Bacabeira, a 70 km de São Luís.
No bilhete, datado de 14 de abril de 2012 [há sete meses das eleições], e devidamente rubricado, “Pinheirinho”, como é popularmente conhecido, manda o empresário Antônio Resende Bastos, proprietário da Cerâmica Industrial Bacabeira, atender o portador fornecendo-lhe nada menos que 1.000 milheiro de tijolo. (Em anexo)
Procurado pelo BLOG DO UDES FILHO, Pinheirinho diz que fez o pedido por acaso. “Trata-se de um pedido particular que foi feito por acaso com o papel timbrado da Prefeitura que estava em cima da minha mesa”, esclareceu.
Pinheirinho afirmou ainda que tem como comprovar onde os tijolos [que consta no bilhete] estão sendo utilizado. “Não se trata de compra de votos, não temos esse tipo de prática, na verdade, se a equipe de reportagem vier em Bacabeira tenho como comprovar onde os referidos tijolos estão sendo utilizado”, informou.
NOVAS PROVASNo início desta semana, a denúncia ficou mais evidente, quando a reportagem recebeu imagens do que seriam as supostas compra de votos em troca de materiais de construção. Confira abaixo as fotos que chegaram à redação da Folha Maranhão reforçando o suposto crime eleitoral.
NOTA DA REDAÇÃO
Para não dizer que isso é apenas boato. Veja em anexo cópias do bilhete, imagens da entrega dos materiais de construção e o número do processo que tramita no TRE-MA. Caberá à Justiça investigar se houve ou não o suposto crime eleitoral.

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