Edivaldo Holanda Jr. é eleito o novo prefeito de São Luís com mais de 56% dos votos








Gildean Farias de o imparcial


Edivaldo Holanda Júnior (PTC) é o novo prefeito de São Luís. O petecista foi eleito nesse domingo (28), com mais de 56% dos votos válidos contra pouco mais de 43% de João Castelo (PSDB).

A totalização dos votos aconteceu em tempo recorde. Com pouco mais de uma hora do início da apuração, já era possível saber quem era o novo prefeito da capital maranhense.

Edivaldo Jr, que esteve a frente da contagem de votos, mantém a média dos últimos números apontados pelos institutos de pesquisa DataM, Exata e Ibope, que davam uma média de 10% de vantagem ao petecista contra o atual prefeito de São Luís.

Gustavo Fruet é eleito prefeito de Curitiba com 60% dos votos




de o imparcial


Gustavo Fruet o novo prefeito de Curitiba-PR (Gabriel José/D.A Press/D.A Press)
Gustavo Fruet o novo prefeito de Curitiba-PR
Com mais de 90% das urnas apuradas Gustavo Fruet (PDT) vence Ratinho Jr. (PSC) e é eleito prefeito de Curitiba. O Pedetista obteve 60% dos válidos, contra 39% do adversário. Este será o primeiro mandato do pedetista no Poder Executivo.

O candidato do PDT, Gustavo Fruet, foi eleito prefeito de Curitiba neste domingo (28). Ele venceu Ratinho Jr (PSC) no segundo turno da eleição municipal, e deve assumir o cargo pela primeira vez no ano de 2013.

Mesmo tendo ficado em segundo lugar no primeiro turno, reverteu a vantagem do adversário, obtendo a maioria dos votos válidos.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 97% das urnas apuradas, Gustavo Fruet recebeu 60,67% dos votos, o que corresponde à aceitação de 574.444 eleitores. Ratinho Jr, por sua vez, recebeu .373.989 votos, totalizando 39,43%.

"Agradecimento. Assumir o compromisso de pacificação, um mandato de quatro anos pensando em fazer a melhor gestão de Curitiba", afirmou o novo prefeito.

Sobre Gustavo Fruet
Gustavo Fruet nasceu em Curitiba no dia 18 de abril de 1963. O prefeito eleito de Curitiba se graduou em direito, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), exercendo posteriormente mandatos como vereador de Curitiba e deputado federal.

Este será o primeiro cargo de Fruet no Poder Executivo. Ele começou a carreira política sendo eleito vereador em 1996 pelo PMDB, cadeira que ocupou por dois anos. Às vésperas das eleições de 1998 ele assumiu a candidatura do pai, o ex-prefeito de Curitiba Maurício Fruet, que faleceu enquanto concorria a deputado federal. Foi eleito com 45.929 votos.

Governo recorre a energia térmica para abastecer região Nordeste

A falta de chuvas na bacia do Rio São Francisco, onde estão nove usinas que geram energia a partir da força das águas, preocupa os técnicos.

 

Do JN
A falta de chuva vai obrigar o governo a recorrer a energia das usinas térmicas - que é mais cara e mais poluente - para abastecer parte da região Nordeste. É mais um desafio para o sistema nacional - que teve quatro apagões nos últimos 35 dias.
O blecaute de sexta-feira (26) levou o governo a reconhecer uma redução na confiabilidade do Sistema Elétrico Nacional. Agora um novo problema preocupa os técnicos: a falta de chuvas na bacia do Rio São Francisco, onde estão nove usinas que geram energia a partir da força das águas.
O Nordeste atravessa o final do período da seca e a situação dos reservatórios que acumulam água para a produção de energia é crítica. A barragem de Sobradinho, que garante a produção de 90% da energia gerada na região, está com apenas 24% da capacidade.
Com pouca água, foi preciso reduzir a produção das usinas hidrelétricas e acionar as usinas termelétricas. A partir de segunda feira, 40% da energia que o Nordeste consome serão produzidos pelas usinas movidas a gás e a óleo combustível.
O Operador Nacional do Sistema aumentou a participação das usinas termelétricas para evitar que os reservatórios entrem em colapso. No Nordeste, eles estão até 50% mais vazios do que no mesmo período no ano passado.
Mas a energia térmica é mais poluente e muito mais cara do que a hidrelétrica. A conta será paga pelo consumidor. “A conta será paga por todos os brasileiros, independentemente do local onde essa térmica é utilizada. Se for no Sul, no Sudeste ou aqui, isso é rateado por todos os consumidores do país”, afirmou João Bosco de Almeida, presidente da Chesf.
Segundo a Chesf, o aumento só será definido depois que terminar o período de funcionamento das usinas termelétricas.

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