Estados Unidos negam existência de sereias

«Não foram encontradas evidências de humanóides aquáticos», defende a agência NOAA


Hannah Fraser, a sereia da vida real (Fotos MySpace)

A NOAA [Administração Nacional Oceânica e Atmosférica], uma agência científica do Departamento do Comércio do Governo dos Estados Unidos, que estuda os mares e os oceanos, emitiu um comunicado onde nega a existência de sereias.

«Não foram encontradas evidências de humanóides aquáticos», revelou NOAA.

O comunicado, publicado no site do departamento na última segunda-feira, surgiu na sequência do programa «Animal Planet», cujo o tema era «Sereias: o corpo encontrado», onde se especulou sobre a existência de seres mitológicos.

As sereias são criaturas lendárias do mar, metade peixe, metade humano, narradas em culturas marítimas desde sempre.

Mágicas figuras femininas apareceram, pela primeira vez, em pinturas rupestres no fim do período Paleolítico, há cerca de 30.000 anos.

O poeta grego Homero escreveu sobre estas criaturas em «Odisseia». As sereias eram descritas como criaturas lindíssimas, que atraíam os tripulantes dos navios com os seus cânticos.

No Antigo Oriente, as sereias eram descritas como sendo as mulheres dos poderosos dragões do mar e serviam de mensageiras de confiança entre os cônjuges e os imperadores em terra.

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