O Eleitor Ribamarense e a Consciência


Quando falamos em eleições em São José de Ribamar ou seja em qual for a cidade, estado ou país, o sentimento das pessoas recaem sempre sobre os nomes que deverão concorrer aos respectivos cargos.
Para o executivo a discussão deve acontecer sobre as práticas de cada gestor. Quando os nomes forem de gestores atuais ou passados, o ideal seria se discutir sobre os fatos concretos do que cada um fez quando a frente da municipalidade; suas obras e qualidade do que foi feito.
Deve ser imperioso que se reflita sobre o alcance de cada obra, a eficácia da aplicação do dinheiro público, a valorização do patrimônio público de nossa cidade.
É também de suma importância que se avalie a seriedade da gestão, o respeito ao ser humano, não se confundindo ações populistas com atuações ou performances politiqueiras. Assistencialismo nunca foi a marca de políticos de verdade.
Outro ponto importante que se deve analisar é a credibilidade do gestor; a palavra empenhada e ação do cumprimento dessa face do político é fator determinante para uma boa escolha.
Os problemas a serem enfrentados diante de cada situação vivida pela população também faz parte de como se escolher um candidato. Os países, estados e cidades que escolheram gestores honestos viram seus respectivos entes federativos evoluírem.
Quem optou por populistas e demagogos amargaram o descaso como resposta para com as futuras gerações. Um gestor deve sim enfrentar as dificuldades e crises, e nunca se eximir escondendo-se ou fugindo de uma realidade desfavorável. É na busca de soluções que conhecemos o grande administrador.
Todo bom político tem por obrigação de ofício ser um insatisfeito. Ninguém consegue em um ou dois mandatos realizar tudo que imagina poder fazer. Pois ser insatisfeito é bom sinal, fato que se contrapõe ao ser político frustrado por não ter conseguido fazer aquilo que era viável.

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