Pai e Filha executados na Vila Palmeira

João Batista a filha foram velados nesta terça-feira (19
O Serviço de Inteligência da Polícia Militar prendeu na manhã de quarta-feira, 20, um dos participantes na execução do comerciante João Batista do Vale e de uma filha dele, de apenas 7 anos. O duplo homicídio tinha ocorrido por volta de 18h30 de segunda-feira, na porta da casa da vítima, no bairro Vila Palmeira.

De acordo com o delegado Walter Wanderley, da Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), onde o acusado foi apresentado pelos policiais militares, o comerciante João Carlos Câmara foi preso na galeteria dele, na Avenida Sol Nascente, bairro Sol e Mar. Ele teria sido reconhecido por uma testemunha ocular da morte de João Batista, e denunciado à polícia.

O delegado informou que João Carlos tinha se envolvido em uma confusão generalizada ocorrida há cerca de um mês, na qual ele teria sido lesionado por João Batista. Um irmão da vítima revelou à polícia que, após o incidente, João Carlos teria jurado João Batista de morte.
Na mesma confusão, João Batista tinha agredido uma mulher grávida de oito meses, que perdeu a criança. O marido e o irmão dela prestaram depoimento no Plantão Central da Beira-Mar (PCBM), na noite de terça-feira, dia 19, por terem sido considerados os dois principais suspeitos da morte de João Batista e da filha dele.

Segundo informações do delegado José Antônio Mendes Sobrinho, que colheu os depoimentos, eram fortes os indícios da participação deles no crime. No entanto, o marido e o irmão da mulher não foram autuados em flagrante pela inconsistência de provas para esse procedimento.

A mulher e uma sobrinha de João Batista compareceram ao PCBM, mas não reconheceram os suspeitos como os dois homens que abordaram a vítima em uma moto. As investigações sobre o crime foram encaminhadas para a Delegacia de Homicídios, no Centro.

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