(vereador Ladrão) Vereador é acusado de assalto a banco


O vereador Valdimar dos Santos Carvalho (DEM), da cidade de Santa Quitéria, distante 223 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, foi preso nesta quinta-feira acusado de ter participado de um assalto a uma agência bancaria no início de fevereiro. Durante o assalto, ocorrido em Santa Quitéria, houve troca de tiros da quadrilha com policiais do Grupo Tático Aéreo (GTA) do Maranhão. Em depoimento à polícia, Valdimar negou fazer parte desta quadrilha.

A prisão do vereador democrata, conhecido também como Mosquito, foi decretada pela juíza da comarca de Santa Quitéria, Elaine Silva Carvalho. Além dele, a Justiça também pediu a prisão de mais outros três envolvidos no assalto. Desde fevereiro, ele era considerado foragido e foi encontrado na noite desta quarta-feira, em uma loja de venda de veículos.

Essa não foi a primeira vez que Valdimar Carvalho foi preso. Em 2009, ele também há havia sido detido sob a mesma acusação de assalto a banco. Em dezembro do ano passado, Carvalho também foi preso em flagrante, em Dom Eliseu, a 333 quilômetros de Belém, capital do Pará, sob a acusação de integrar um bando que pretendia assaltar um banco em Jacundá, cidade distante 340 quilômetros da capital paraense. Contra ele também pesam acusações de porte ilegal de armas e interceptação de veículo roubado.

“Ele já é um velho conhecido e vínhamos monitorando ele antes que ocorressem outros assaltos a banco”, declarou o delegado Superintendente de Investigações Criminais, Marcos Affonso. “O vereador estava foragido, mas nós continuamos monitorando e de forma que ontem ele esteve em um determinado estabelecimento comercial. A pessoa do estabelecimento comercial lembrou do nome e comunicou de imediato à polícia. Hoje, pela manhã, efetuamos a prisão dele”, informou o comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Franklin Pacheco.

Durante as eleições de 2008, Valdimar dos Santos Carvalho foi o segundo vereador mais votado em Santa Quitéria, com 6% dos votos. Nos depoimentos à polícia, aos quais o iG teve acesso, o vereador negou participação nos crimes, tanto nesse assalto em fevereiro quanto nos outros aos quais seu nome está diretamente ligado. Seu advogado, até o momento, não foi localizado.

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